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Tudo sobre o embarque de material biológico

Tudo sobre o embarque de material biológico

Uma das principais dúvidas dos nossos clientes e parceiros é sobre a IATA e os desafios no embarque de material biológico.

Pensando nisso, nosso Diretor Comercial, o Sebastião Daldegan, listou 5 dicas bem úteis sobre o tema.

Todo material biológico é considerado perigoso

É um mito considerar que todo material biológico é considerado perigoso.

Conforme as classificações da ONU, há quatro classificações para o material biológico: Categoria A, Categoria B, Risco mínimo e Isento.

Materiais enquadrados nas duas primeiras classificações, Categoria A ou B, são considerados materiais perigosos, desta forma, devem seguir uma série de regras, desde embalagem à limitação de quantidade, para o transporte.

Os materiais das duas últimas classificações não se enquadram na categoria de materiais perigosos.

A embalagem do material biológico categoria B

A embalagem para transporte de material biológico categoria B deve ser tríplice, ou seja, contemplar 3 níveis de embalagem.

A primaria (tubo), secundária (embalagem estanque – ziplock) e a terciária (embalagem de papelão).

O isopor não pode ser considerado embalagem terciária pois não possui a rigidez necessária.

Etiquetagem (UN3373, UN2900 e Gelo Seco)

Para o embarque aéreo de material biológico, as embalagens devem ser etiquetadas de acordo com sua categoria.

Desta forma, tanto o material biológico categoria A ou a categoria B devem ser etiquetados de acordo com as normas da IATA, as quais são replicadas para as Instruções Suplementares da ANAC.

Além disto, um material perigoso qual geralmente é utilizado como forma de refrigeração, é o Gelo Seco (Dry Ice) o qual possui seu próprio modelo de etiqueta.

É de suma importância seguir o padrão para que seja aceito o embarque da carta.

Estas etiquetas possuem tamanhos mínimos e modelos específicos. Portanto, sempre que for embarcar um material biológico é essencial conferir a etiquetagem.

DGD no embarque de material biológico com gelo seco

Conforme comentado no tópico acima, o gelo seco é um material muito utilizado no transporte de material biológico.

Por se tratar de um material perigoso, o mesmo deve obedecer a certas regras para ser embarcado.

Para o transporte de materiais perigosos é necessário ter declarações específicas, como a DGD (Declaração de Produtos Perigosos).

No entanto, tanto o gelo seco quanto o material biológico possuem declaração específica, e não precisam desta declaração, a qual normalmente é utilizado por produtos da indústria.

Ou seja, para o transporte com gelo seco, basta o material ser especificado na declaração de conteúdo do material biológico.

Pesquisei um voo pelo Google

É muito comum pessoas que não são da área ou que nunca trabalharam com transporte aéreo, pesquisar voos pelo Google e planejar o transporte com este parâmetro.

No entanto, não é um método seguro para se planejar devido a pelo menos 5 motivos:

  1. Nem todo voo transporta cargas
  2. Nem todo aeroporto aceita cargas perigosas (Cat. A e B).
  3. O terminal de cargas, local onde é feita expedição e despacho, possui um horário de funcionamento e normalmente não trabalha 24 horas como muitos aeroportos nos terminais de passageiros.
  4. O voo pode ter sua disponibilidade de carga esgotada ou reduzida
  5. Existe tempo de expedição mínimo para que uma carga seja alocada em determinado voo.

Portanto, para fazer um transporte seguro procure por empresas especializadas.


Na LogLife, fornecemos o serviço de planejamento e monitoramento da carga, buscando sempre o voo ótimo.

Espero que as dicas tenham sido úteis. 

Um abraço.

Sebastião Daldegan 

Diretor Comercial da LogLife

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